Agrupação Cultural Feminina "Ela Luta"


AGRUPAÇÃO CULTURAL FEMININA
20/06/2009, 1:59 am
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Sobre o Grupo…

 

A ACFEL surge com a intenção de somarmos a mulheres e homens preocupadas/os com as questões de gênero e das mulheres trabalhadoras na sociedade de classes, defendendo a igualdade social, econômica, étnico-racial e de gênero.

 

Explorar e discutir temas como violência contra a mulher, machismo/patriarcalismo, aborto, trabalho e desigualdades de gênero são uma das tarefas das pessoas que participam do grupo.

 

A centralidade se dá em ações práticas, com participações de atividades externas e aproximação e fortalecimento junto aos movimentos sociais, a associações culturais e de moradores e etc.

 

Acreditamos que uma das formar de se transformar as relações desiguais é justamente compreendendo-as para assim combatê-las. Por isso, convidados todas/os a unirem-se a esta luta!

Somos nós, mulheres, que estamos nas filas dos Postos de Saúde, das Creches e escolas, das Prisões e Fundações Casa.

 

Somos nós, mulheres que agüentamos humilhações e agressões de homens que nos vêem como inferiores e incapazes

.

Somos nós, mulheres, que ficamos desempregadas pelo simples fato de sermos do sexo feminino, que recebemos salários menores do que o dos homens, mesmo quando realizamos o mesmo serviço.

 

Somos nós, mulheres, que ocupamos a maior parte dos postos de trabalho precarizados e terceirizados, sem a garantia de nossos direitos como mulheres trabalhadores.

 

Somos nós, mulheres, que depois de uma longa jornada de trabalho, cuidamos ainda das atividades da casa e das/os filhas/os.

 

E somos nós mesmas, mulheres, capazes de transformar toda esta realidade, em busca da igualdade entre homens e mulheres e de uma vida mais digna para toda a sociedade.

 

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Trabalhadoras ocupam SunTech e conseguem reverter 35 demissões
20/06/2009, 1:35 am
Arquivado em: Notícias
*Empresa coleciona série de irregularidades*
[28/05] As trabalhadoras da SunTech, antiga Dong Young, em São José dos
Campos, ocuparam a empresa na manhã desta quinta-feira, dia 28, contra a
demissão de 35 funcionárias e as várias irregularidades trabalhistas
existentes na empresa, que faz componentes de telefones celulares. O Sindicato dos Metalúrgicos, que liderou a ocupação à linha de produção da
 fábrica, negociou com a direção da empresa e conseguiu reverter as
demissões realizadas nesta semana. Ao invés da demissão sumária, a SunTech vai abrir um PDV (Programa de Demissão Voluntária).Os dirigentes da empresa ainda se comprometeram a conceder um reajuste emergencial às trabalhadores de 7,5%. O salário na produção é de cerca de R$ 500, bem abaixo do piso da categoria metalúrgica para empresas deste porte,que é de R$ 762.
*“A empresa comete uma série de irregularidades e fraudes. Uma delas é tentar mascarar sua atividade-fim para não se enquadrar como metalúrgica e pagar um salário melhor às trabalhadoras”*, disse o diretor do Sindicato Renato Bento Luiz.*“O Sindicato retornará à SunTech, em até 60 dias, junto com a Delegacia Regional do Trabalho, para averiguar todas as irregularidades e comprovar o ramo de atividade nesta empresa, que é uma velha conhecida por burlar todos os tipos de direitos”*, acrescentou.. *Festa para empresa caloteira*
No dia 15 de outubro de 2008, o prefeito Eduardo Cury foi à sede da SunTech festejar a declarada iniciativa de se criar 500 empregos em São José. Naquela ocasião, o Sindicato dos Metalúrgicos veiculou uma nota criticando a festa e revelando que a empresa na verdade apenas trocou de nome: de Dong Young, que encerrou suas atividades meses antes e tentou dar o calote nos trabalhadores, para SunTech.
*“O Sindicato quer que o prefeito Eduardo Cury apareça agora para defender os direitos dos trabalhadores e o emprego”*, declarou Renato. A SunTech tem cerca de 150 trabalhadores, em sua grande maioria, mulheres. * A assessoria de imprensa do Sindicato pode disponibilizar fotos em alta
resolução e um vídeo sobre a ocupação dos trabalhadores.
 *http://www.sindmeta lsjc.org. br/ultimas_ detalhe.jsp?co_noti=2493<http://www.sindmetalsjc…org.br/ultimas_detalhe.jsp?co_noti=2493>
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Textos sobre Gênero
21/04/2009, 3:45 am
Arquivado em: Textos

Olá!

No link TEXTOS você encontra diversos textos sobre o tema para discussão.
Até o momento estão sendo publicados textos abordados pelo Grupo de Trabalho.

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Agrupação Cultural Feminina “Ela Luta”
04/04/2009, 8:54 pm
Arquivado em: Notícias

A questão de Gênero pode ser abordada com diversos nortes e de diferentes modos, isto porque ao mesmo tempo em que a temática dialoga com todas as mulheres ela restringe e limita ao pensarmos sobre quais mulheres estamos falando. Apesar das mulheres sofrerem opressão pelo sexo, não são todas que sofrem com a opressão relacionada diretamente a exploração. Não podemos falar que as opressões vividas por uma mulher branca de classe alta são as mesmas opressões que uma mulher negra ou indígena das classes populares passa. São as totalidades (opressão contra as mulheres) e as particularidades (de que mulheres, de qual classe social nós estamos falando?) na questão de Gênero que levantam as polêmicas dos Movimentos Feministas em que, enquanto algumas vertentes do Movimento acreditam em respostas reformistas, pautadas unicamente na conquista de direitos igualitários ou na inversão de papéis sociais, econômicos e políticos para as mulheres dentro da sociedade de classes, a outra vertente revolucionária e com  caráter político enfatiza a necessidade de uma transformação social paralela a transformações sócio-culturais para o agora, denunciando tanto a desigualdade de classes do capitalismo quanto a desigualdade de gênero do patriarcado.

O GT acredita neste segundo “pensar e agir” do Movimento Feminista, centrando-se nas discussões de gênero com um corte classista, étnico, racial e sócio-cultural, dando valor e igual importância a todas as mulheres, sejam as trabalhadoras, negras, indígenas ou brancas do espaço rural ou da cidade.  A questão das mulheres não pode ser tratada sem um vínculo de base político-econômico. Pensar nas mulheres é pensar também em sua inserção e em sua realidade na sociedade de classes. Mais…

(O blog está em construção…)

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